
Uma liga de vários metais, num máximo de 12, sabiamente combinados e manualmente forjados, resultam na forma de belas taças tibetanas que percurtidas ou friccionadas, emitem por um determinado tempo, uma panóplia de vibrações e de sonoridades, capazes de massajar e de entrar em ressonância com os corpos de um ser.
O equilíbrio do organismo humano resulta do balanceamento das qualidades energéticas que o animam. Essa musicalidade terapêutica ancestral, proveniente dos HImalais e associada ao budismo, é usada em cerimónias susceptíveis de nos transportar para estados de interiorização e de purificação
Os seus vibratos harmónicos comportam-se como vórtices que giram ritmadamente, ondulam e se propagam, ampliando a consciência, alinhando os centros, energizando e eliminando bloqueios, independentemente da densidade dos mesmos.
Produzem-se bem-estar, relaxamento profundo e meditativo, calma e sedação. Expandem e afinam as sensibilidades, incrementam o desenvolvimento da musicalidade, tanto para o operador quanto para o receptor.
Conduzido por essas sonoridades, o indivíduo é projectado para realidades energéticas onde a cura é possível, a par de um crescimento interior. As taças tibetanas e os gongos libertam e reforçam a imunidade, estabelecem relações firmes e luminosas entre os corpos densos e os subtis.


